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CIRURGIÃ-DENTISTA

Especialista em Periodontia e Prótese Dentária
CRO 15757

Dra. Celia Meth Dra. Celia Meth

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Dra. Celia Meth é especialista em Periodontia e Prótese Dentária, e atende na Ilha do Governador. Graduada em Odontologia pela UFF há mais de 30 anos, vem tratando a doença periodontal de centenas de pacientes desde então.

A periodontite, doença da gengiva, é caracterizada pela destruição dos tecidos que sustentam o dente: osso, gengiva, ligamento e cemento. A doença periodontal não tratada, na realidade, é um foco infeccioso que se encontra na cavidade oral. As bactérias deste foco podem cair na corrente sanguínea e acabar “parando em algum lugar” (elas têm maior afinidade pelo coração) e ali se instalam comprometendo a saúde do indivíduo.

A doença periodontal pode acometer todas as pessoas, independente de idade, sexo, cor, etc, pois ela está relacionada diretamente com a qualidade da higiene oral da pessoa.

A gengivite e o tártaro (cálculo) são sinais do estágio inicial da doença periodontal. Se não tratados, podem resultar na destruição do osso, e, posteriormente, do dente. Por isso, a prevenção ainda é a melhor forma de evitar a doença periodontal.

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Feedbacks <3

“Profissional excelente! Recepcionista excelente! Ajudante excelente! Atendimento ideal!
Todos os meus dentes sisos foram arrancados pela Dra. Célia. Não tive problemas como rosto inchado por conta das cirurgias e não senti dor nenhuma vez. No dia após a retirada eu me dava “folga” e no outro voltava ao trabalho normal. A verdade é que não era necessário perder nenhum dia de trabalho, pois eu fiquei planíssima todas as vezes! Quem diz que arrancar siso é horrível, com certeza, não tem uma dentista MARAVILHOSA como a minha!”

Érika S.

“Minha experiência foi maravilhosa, doutora e assistente impecáveis no atendimento, e o ambiente super aconchegante!!! Amei!”

Lais V.

“Excelente profissional, pontual em seu atendimento, competente, atenciosa e utiliza equipamentos odontológicos altamente especializados com tecnologia de última geração. Conseguiu tratar e curar um problema de gengiva que tinha há anos e que não conseguiram antes. Recomendo seus serviços principalmente pela sua dedicação aos pacientes.”

Sandra D.

“Atendimento VIP de uma excelente profissional e muito humana. Ela explica os procedimentos com detalhes, clareza e eficiência.”

Helena C.


Dra. Celia Meth

Sobre Mim

Eu sou Celia Meth, dentista formada pela UFF há 32 anos, e especializada em Periodontia e Prótese Dentária. Sou apaixonada por periodontia e odontologia em geral. Reabilitar e devolver autoestima aos pacientes é o foco do meu trabaho. Com muita técnica e cuidado, procuro sempre o caminho menos invasivo para a solução da dor do paciente. 

Meu comprometimento é com a saúde e bem-estar do paciente. Junto a ele, identifico a causa de seu problema, e juntos, pensamos novas maneiras de readequar sua realiadade ao tratamento. Também, explico a forma correta de realizar a higiene bucal, desde escovação eficiente ao correto uso do fio dental.

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Atendimentos

extração do siso

Odontologia preventiva

A odontologia preventiva não é uma especialidade odontológica, mas é uma área de atuação da odontologia que permeia todas as fases da vida de um indivíduo. Estas fases vão desde a vida intrauterina até a velhice do indivíduo. Na primeira, o objetivo é proporcionar que os dentes erupcionem saudáveis, na última, manter a pessoa com uma saúde oral que lhe proporcione qualidade de vida de forma a poder mastigar, sentir-se confortável, livre de infecções dentárias ou gengivais, e estar sempre sob o olhar de um profissional que pode detectar, precocemente, lesões cancerígenas na gengiva, e encaminhá-lo ao especialista.

Muitos acreditam ser o implante dentário um tratamento eterno, mas o que poucos sabem é que se perde implante da mesma forma que se perdem os dentes: a interface implante/osso é acometida por bactérias que levam a perda de inserção do implante, tal qual ocorre na doença periodontal. Para o dente, a doença é chamada de periodontite, e para o implante, peri-implantite. Mais uma vez, será a prevenção oral atuando para possibilitar o aumento da longevidade do trabalho reabilitador.

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Halitose

A halitose, popularmente conhecida como mau hálito, não é uma especialidade odontológica, mas uma área de grande interesse para muitos, já que envolve a convivência social das pessoas.

Várias são as causas da halitose que podem ser desde uma escovação inadequada a até mesmo um mau funcionamento do intestino, passando por problemas de baixo fluxo salivar e/ou problemas otorrinolaringológicos. Fato é que 90% dos casos de mau hálito têm origem na boca. Identificada a causa, o tratamento torna-se bem objetivo.

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Dentística

É a especialidade que tem como objetivo devolver ao dente a integridade anatomofuncional e estética. É o que chamamos de restauração ou obturação dentária. Engloba os casos em que a destruição dentária é passível de ser restaurada com procedimentos feitos diretamente no dente, dispensando a fase laboratorial. Refere-se também a procedimentos preventivos relacionados diretamente ao dente, ou seja, uma atuação direta e/ou indireta para que o dente não seja acometido pela doença cárie.

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Odontopediatria

A Odontopediatria é a parte da odontologia que cuida da saúde bucal da criança.

A primeira dentição, chamada de decídua, temporária ou de leite, é composta por vinte dentes: 10 elementos na arcada superior e 10 elementos na arcada inferior. Inicia-se por volta dos 6 meses de vida da criança, podendo variar para mais ou para menos, quando nascem os incisivos centrais, na maioria das vezes, os inferiores antes dos superiores.

Por volta dos trinta meses da criança (dois anos e meio) nascerão os últimos dentinhos de leite, então a dentição decídua estará completa.

Quando a criança estiver com aproximadamente 6 anos, os primeiros molares permanentes irromperão (nascerão), dando início ao que chamamos de dentição mista, ou seja, haverá dentes decíduos e permanentes na cavidade oral. Começa, então, a fase do “cai-dente e nasce-dente” que perdura até os 12/14 anos do, já, adolescente.

Quando o dente irrompe, o esmalte ainda não está maduro. Ele acabará de se formar na cavidade oral, daí a importância de ir ao dentista, tanto para a aplicação de flúor quanto para ter as orientações de como proceder diariamente em relação aos dentes.

O flúor é muito importante para o fortalecimento do esmalte, porém dose exagerada levará a fluorose dentária que pode se apresentar como manchas (brancas ou até marrons) ou defeitos físicos de formação (buracos nos dentes).

O dente com fluorose, na parte onde ocorre a mancha, está mais vulnerável a ter problemas sérios com cáries.

A odontopediatria vai atuar na prevenção de cáries e no acompanhamento da troca dos dentes, intervindo na má oclusão que possa estar ocorrendo, diminuindo o tempo de uso do aparelho fixo ou até evitando sua utilização.

Quando os pais entendem como se cuida dos dentes da criança, ir ao consultório dentário torna-se divertido, e com a certeza de se ter filhos com dentes saudáveis.

Odontologia intrauterina

A odontologia intrauterina não é uma especialidade odontológica, entretanto já é uma prática comum.  Não é uma atuação local, ou seja, na cavidade oral do feto, e sim, orientações à futura mamãe para que seu neném possa ter dentes saudáveis.

Mas, como atender quem ainda não veio ao mundo?

É simples. Cuidando da mãe e orientando-a. O feto desenvolve o paladar no quarto mês de gestação e, se a gestante ingerir muitos alimentos doces, o bebê certamente nascerá ávido por doces.

Outra questão importante é sobre a transmissibilidade do principal agente causador da cárie, o streptococos mutans. A transmissão é considerada “vertical”, ou seja, passa de mãe para filho. Medidas simples de prevenção adotadas pela mãe garantirão que seu filho não seja contaminado precocemente com esta bactéria, garantindo uma dentição saudável, livre de cárie.

Para que seja(m) determinada(s) qual(is) medida(s) de prevenção será(ão) adotada(s), é importante que a gestante seja examinada, assim poderemos observar se ela é o que chamamos de “mutans milionária” ou se apresenta somente sequela da doença cárie, apresentando-se essa última em inatividade.

Outro fato importante, que na realidade é um mito, é as pessoas acharem que a gravidez estraga os dentes. Muitas vezes quando a mulher engravida, ela já está há um bom tempo sem ir ao dentista, e por uma questão de coincidência, tudo acaba acontecendo nessa época (obturações caem, dentes quebram, blocos soltam, e etc.), o que leva muitos a concluírem que a gravidez estraga os dentes da gestante.

É importante ressaltar que o organismo não retira cálcio do dente para fornecer ao bebê. Se isso tiver que ocorrer, será retirado cálcio dos ossos.

A gestante preocupa-se muito com o corpo, o peso, as estrias, a celulite, as manchas no rosto, porém se esquece dos dentes e da gengiva.

Como consequência real da gravidez, o que pode ocorrer é a gengivite gravídica. Haverá sangramento da gengiva ao simples escovar e/ou passar fio dental.

A gengivite gravídica é uma gengivite comum (igual a qualquer outra gengivite) causada pelo acúmulo de placa bacteriana nos dentes, próximo à gengiva, porém aquela apresenta uma reação exacerbada por conta da presença de mais progesterona na corrente sanguínea.

Quando a mãe compreende o processo da cárie e da doença da gengiva, fica mais fácil atuar na prevenção, impedindo a contaminação da criança e garantindo uma dentição saudável de ambas.

Doença Periodontal

A doença da gengiva, chamada de doença periodontal, é caracterizada pela destruição dos tecidos que sustentam o dente: osso, gengiva, ligamento e cemento.

A doença periodontal pode acometer todas as pessoas, independente de idade, sexo, cor, etc, pois ela está relacionada diretamente com a qualidade da higiene oral do indivíduo.

Uma pessoa que tenha má higiene oral, seja por descuido ou por falta de orientação profissional, permite que uma massa cheia de bactérias, chamada de placa bacteriana, se acumule sobre seus dentes.

Estas bactérias produzem substâncias que caem na gengiva e causam a inflamação da mesma.

A gengivite, como é denominada esta inflamação, representa o estágio inicial da doença periodontal. Uma pessoa que tem gengivite apresenta sangramento na gengiva (espontâneo, com uso do fio dental ou durante a escovação) e mau hálito.

À medida que o tempo passa e a placa bacteriana não é removida, a doença é perpetuada, pois esta placa bacteriana será calcificada pela saliva, passando a se chamar cálculo (tártaro).

Uma vez formado o cálculo, sua remoção irá requerer auxílio de um profissional.

Se o cálculo não for retirado, a doença avançará, e o que estava restrito à gengiva, passa a acometer o osso, o ligamento e o cemento. A destruição do osso leva à perda de sustentação do dente, e sem sustentação, o dente fica mole e cai.

O organismo tem que ser visto como um todo. Atualmente está comprovada a relação entre as doenças da gengiva e algumas doenças do coração (alguns pesquisadores relacionam até mesmo derrames e partos prematuros à doença periodontal).

A doença periodontal não tratada, na realidade, é um foco infeccioso que se encontra na cavidade oral. As bactérias deste foco caem na corrente sanguínea e acabam “parando em algum lugar” (elas têm maior afinidade pelo coração) e ali se instalam comprometendo a saúde do indivíduo.

Não basta cuidar do coração, tem que tratar a possível fonte do problema – a gengiva doente.

Quanto mais precoce for diagnosticada a doença da gengiva, maior a chance dos dentes serem salvos, e melhor o prognóstico do tratamento de alguma doença de ordem geral, com origem na boca. Após o tratamento, muitos dentes, mesmo com grande mobilidade, voltam a ficar firmes. É preciso avaliar bem o estágio da doença, para determinar esta recuperação.

No tratamento da doença periodontal, a fase mais importante é aquela na qual o paciente é instruído a como usar corretamente o fio dental e efetuar uma boa escovação.

Muitos casos de gengivite são resolvidos apenas com a orientação de higiene oral. Nos casos mais avançados é necessário que os dentes sejam raspados.

Quando a inflamação é tratada, automaticamente o sangramento e o mau hálito desaparecem.

É preciso ter em mente que o mau hálito tem origem na boca, e o tratamento está ao alcance de todos, através de simples procedimentos feitos diariamente pela própria pessoa.

Odontologia Estética

A odontologia estética é a parte da odontologia que cuida da cosmética do sorriso. Várias especialidades contribuem, cada uma na sua área, para a transformação do sorriso. Clareamento dental, restaurações estéticas de resina na cor do seu dente, facetas de porcelana e lentes de contato dentais são alguns exemplos dos tratamentos da odontologia estética.

A estética odontológica deixou de ser uma questão apenas de vaidade e se tornou uma questão de saúde. Como profissionais da área da saúde, os cirurgiões-dentistas estão preocupados não só com a questão biológica e funcional da boca, mas também com a saúde psicológica dos pacientes.

​Periodontia

É a especialidade que tem como objetivo o estudo, o diagnóstico, a prevenção e o tratamento das doenças gengivais e periodontais, visando à promoção e ao restabelecimento da saúde periodontal. Engloba desde casos simples como o sangramento da gengiva espontâneo ou provocado pelo uso do fio dental e/ou escovação até casos mais complexos, quando os dentes perdem sustentação, amolecem e caem.

Prótese Dentária

É a especialidade da odontologia que tem como objetivo substituir os dentes destruídos ou perdidos visando a proporcionar conforto, estética e saúde do indivíduo.

A prótese dentária pode ser simples ou múltipla; fixa ou removível; parcial ou total.

É considerado prótese dentária desde a confecção de um simples “bloco” ou coroa até a reabilitação do paciente com prótese total, também chamada de dentadura.

Cárie Dental

Por uma questão cultural, as pessoas procuram o dentista com o objetivo de “saberem quantas cáries têm”. Mas, o que é a cárie?

A cárie é uma doença infectocontagiosa (transmissível de um para o outro), dependente diretamente do consumo frequente do açúcar (carboidratos fermentáveis), e o mais importante, possível de ser evitada.

A formação da cárie depende de bactérias que são capazes de transformar o açúcar de nossa alimentação em ácidos, e esses ácidos acabam desmineralizando os dentes, formando então, cavidades nos dentes, denominadas cáries.

A cavidade no dente chamada cárie, na realidade, é uma sequela da doença cárie.

A obturação de um dente (supostamente o tratamento da cárie) não impede que outras cavidades se formem, tanto no mesmo dente quanto em outros dentes, ou seja, não basta “tapar buracos” para tratar a cárie. É importante que atitudes preventivas sejam tomadas para impedir que (novas) cáries se formem.

A transmissão da bactéria causadora de cárie ocorre principalmente da mãe para o filho. Medidas preventivas simples, se tomadas precocemente, impedem que a criança seja contaminada, tornando-se um adulto com uma dentição saudável.

Implante Dentário

É a especialidade que tem como objetivo a implantação na mandíbula e na maxila, de materiais biocompatíveis destinados a suportar próteses parciais ou totais, fixas ou removíveis. Compreende a substituição de um único dente, alguns dentes ou todos os dentes.

Os implantes dentários revolucionaram a odontologia. Possibilitaram a muitos realizarem o sonho da reabilitação oral. Entretanto, o que poucas pessoas sabem é que um implante pode ser perdido da mesma forma que se perde um dente.

Da mesma forma que os tecidos que circundam o dente podem ser acometidos por bactérias causadoras de doença periodontal (periodontite), e que se não for tratada em tempo hábil, levará a perda do dente, essas mesmas bactérias podem também atacar os tecidos que circundam o implante, causando o que chamamos de peri-implantite, levando a perda do implante. Por esse motivo, muitas pessoas se enganam achando que porque não têm mais dentes, e sim, implantes, não precisam mais escovar os dentes ou se preocupar em relação aos seus dentes, já que esses são feitos de metal e porcelana.

A prevenção ocorre em todos os níveis da Odontologia, seja para aquelas pessoas livres de cárie, quanto para aquelas pessoas que possuem uma reabilitação oral extensa.

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